Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, ROCHA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, French, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Comportamento

Histórico
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005
16/10/2005 a 22/10/2005
09/10/2005 a 15/10/2005
02/10/2005 a 08/10/2005
25/09/2005 a 01/10/2005
18/09/2005 a 24/09/2005
11/09/2005 a 17/09/2005
04/09/2005 a 10/09/2005
28/08/2005 a 03/09/2005
21/08/2005 a 27/08/2005
14/08/2005 a 20/08/2005
07/08/2005 a 13/08/2005
31/07/2005 a 06/08/2005
24/07/2005 a 30/07/2005
17/07/2005 a 23/07/2005
10/07/2005 a 16/07/2005
03/07/2005 a 09/07/2005
26/06/2005 a 02/07/2005
19/06/2005 a 25/06/2005
12/06/2005 a 18/06/2005
05/06/2005 a 11/06/2005
29/05/2005 a 04/06/2005
22/05/2005 a 28/05/2005
15/05/2005 a 21/05/2005
08/05/2005 a 14/05/2005
01/05/2005 a 07/05/2005
24/04/2005 a 30/04/2005
17/04/2005 a 23/04/2005
10/04/2005 a 16/04/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
20/03/2005 a 26/03/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
13/02/2005 a 19/02/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
16/01/2005 a 22/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
26/12/2004 a 01/01/2005
19/12/2004 a 25/12/2004
12/12/2004 a 18/12/2004
05/12/2004 a 11/12/2004
28/11/2004 a 04/12/2004
21/11/2004 a 27/11/2004
14/11/2004 a 20/11/2004
07/11/2004 a 13/11/2004
31/10/2004 a 06/11/2004


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
FILOSOFIA DE BOTECO
Blog do Mar
A louca da Torre
Sumérios
Sumérios - Fotolog
Icaru's Blog
Aleblog
Observador
Palavra Acesa
Silvia Helena
Blog da Yamí
O processo
BOL - E-mail grátis
UOL - O melhor conteúdo
Tabuleiro da Thereza
Baco (Top 10)
Blog da Alicinha
Koisas do Piru (Ery Roberto)
Julio Castro
Idade da Pedra (Nanda)
Diário da Vovó (Anunciação)
Starnight café
Espaço Demanda (Helenita)
Esculacho e simpatia
Farofa na neve
Cabeça vazia
Luabella (Yaciporanga)
Sétima Arte
Sol a Sol (blog da Karin)
Comedoras de sushi
Lady of Dreams
Blog da Thalita
Jogo de palavras
Sodapop
Olhar da Colombina
Bangalô Filosófico
Blog da Kalu
Nas nuvens
Cultura Geral
Esquizofrenia Viral
Celso Pontara







O que é isto?

Mais teatro na veia...

BARBARA HILARIANTE - Bem do ladinho de "Os suburbanos" e no mesmo horário está a engraçadíssima "Barbara não lhe adora reloaded - versão do diretor", peça que fez muito sucesso quando estreou e que agora volta com algumas adaptações. Humor engraçadíssimo, às vezes exagerado, mas muito inteligente. O texto é ao mesmo tempo uma sacada genial e uma ótima oportunidade para alfinetar a mais temível crítica teatral do país, Barbara Gordon, digo, Heliodora. Um grupo de atores que recebem uma crítica negativa de Barbara resolve sequestrá-la e obrigá-la a reescrever a crítica. Vale muito a pena conferir!

POR CAUSA DE VOCÊ, MARILZA! - Essa é quente e quem quiser conferir tem que correr, pois só fica em cartaz na Sala Baden Powell, em Copacabana, até domingo. Trata-se do espetáculo "Dolores - o show", no qual três atrizes-cantoras, Soraya Ravenle (A Ivete de Laços de Família, para os noveleiros), soberba na interpretação, Ana Veloso (alegria e descontração pura) e Lenita Lopez (com um delicioso timbre), interpretam canções de Dolores Duran, sejam composições próprias ou canções de outros que a musa interpretou. Realmente o trio acompanhado por uma ótima banda somado à excelência da obra de Dolores fazem do espetáculo um programa lindíssimo, emocionante e inesquecível. Detalhe: preços convidativos. Agradeço à minha tia Marilza, pois mon affair e eu resolvemos levá-la e saímos ganhando ao ouvir pérolas como "A noite do meu bem", "Fim de caso", "Castigo", "Ternura Antiga", "Estrada do sol" e "Por causa de você", entre outras grandes obras-primas da incrível Dolores.

Soraya Ravenle, à esquerda com as produtoras do espetaculo. Linda homenagem à nossa grande diva, Dolores Duran!

Há de se ressaltar o profissionalismo e a gentileza com a qual os funcionários da Sala Baden Powell recebem o público. Como alguns sabem minha tia Marilza tem dificuldades de locomoção e foi cercada de cuidados e carinho por parte da equipe do teatro. Valeu, Nota 10!!!

Agora, "Sonata de outono" nos espera. Até mais!



 Escrito por Werther-Pan às 04h12
[] [envie esta mensagem]



O amor é lindo!


Hoje, dia 21 de julho de 2005, fazem exatos 3 anos que nossos amados Conde e Condessa d'Além Méier se conheceram e enamoraram-se no mesmo dia.
Queridos amigos, desejamos toda a felicidade do mundo pra vocês.
A noite promete!!!!!

Em homenagem aos dois, lá vai uma das canções-tema do casal. Beijos!!!

Seu Jeito de Amar
Maria Bethânia

Composição: Gilson/Joran

"Não domino mais o meu coração
Já não sou mais o dono de mim.
Perto de você tenho a sensação que estou preso e não quero fugir
Não posso conter a minha paixão, quando sinto você me tocar
Não sei controlar minhas emoções
Eu adoro o seu jeito de amar
Eu gosto demais de tudo que você faz
Em tudo eu sou seu fã
Eu gosto do seu jeito de sentir prazer
Eu gosto demais do modo que me seduz
Do jeito que me possui
Por isso é que não posso viver sem você"

 Escrito por Werther-Pan às 09h35
[] [envie esta mensagem]



Programas semanais vespertinos da televisão  – Que droga !!!!!!

 

      Agora, de férias e com pouco tempo($$$$$) para viajar e conhecer novos  lugares, fico em casa a maioria dos dias e então entre uma cochilada e outra estou assistindo os programas  que passam à tarde na nossa televisão  não paga.  Que horror !!! 

     

      Gente! Só tem porcaria.  Nada presta e o que salva é a repetição da novela “Laços de família”.  Programas como “A casa  é sua”,   “Melhor da Tarde”,  “Sônia e você” e inclusive o programa do Leão Lobo são programas que sobrevivem graças a fofocas de artistas, nem sempre de primeira linha, e de brincadeiras, fofocas, jogos e debates sobre programas ou novelas da Globo.  Que falta de criatividade. Eu, se fosse a Globo, cobrava por isso. Em um dos últimos programas “A casa é sua” foi armado uma mesa de debates para discutir  o comportamento da Sol, personagem  da novela  América.  Socorro !!!!   Merecemos um pouco mais de inteligência.  É uma agressão ao nosso entendimento.

 

      Nesse caos o que se salva, assim como que tem um olho em terra de cego é rei, é o programa da Adriane Galisteu.  São jogos e brincadeiras tipo programas Silvio Santos, mas pelo menos não incorre na mesmice dos outros programas.  Por que tem que ser assim: pela manhã programas sobre cozinhas e coisas de mulher e a tarde fofocas e debates de novelas da Globo.  Vou correndo procurar o que mais fazer enquanto durarem estas minhas férias. 

 

      Toda vez que ocorre essa situação fico pensando:  Esses programas são assim por causa dos telespectadores ou  os telespectadores são assim por causa desses programas !!!

 

       O que vocês acham?

 



 Escrito por Cacá às 01h55
[] [envie esta mensagem]



Querido Aló,

            Sei que nossa despedida definitiva chegará muito em breve. Sei também que muitas vezes te xinguei, desejei não mais estar por aí, lamentei por me sentir ilhado junto de ti.

            Porém, um fato que nem você, nem eu podemos negar é o quanto fui feliz em teus domínios e o quanto aprendi sob teu teto.

            Agora que a despedida se aproxima e não mais tenho o contato diário contigo, o coração começa a apertar e a mente começa a trazer à tona lembranças de dias, meses, épocas e momentos de grande felicidade que vivi por entre módulos, festas e risadas.

            Graças a você, pude conhecer um grupo maravilhoso de pessoas a quem hoje posso chamar de família. Pontos de referência nessa bela e confusa cidade.

            Sou-lhe muito grato e garanto que guardarei para sempre cada momento intenso vivido, desde quando era apenas um visitante no 312, para depois me tornar um morador de lá, para enfim, conquistar módulo próprio no 220 – vulgo Castelo de Cristal.

            Não fecho meus olhos para os momentos de agonia, dificuldade e tristeza, mas o que ficará para sempre, com certeza, são os bons momentos: festas, pegações, jantares, fofocas, discussões, mas sobretudo longas e constantes gargalhadas no maravilhoso contato diário. Aliás, se teve um grupo que soube fazer de cada dia uma grande festa, fomos nós, do 312 B. Fazíamos de um simples ensopado de uma quentinha um grande motivo para estarmos juntos, de uma simples ida ao café um evento social badalado. Por isso, o que ficará para sempre em meu coração são os amigos e irmãos a quem tanto amo, apesar de estar afastado de muitos nesse momento. Mas... enfim, sou grato a você, Aló querido, por poder lembrar de grandes pessoas nesse dia tão especial, que é o Dia do Amigo.

            A vocês, amigos do Aló e adjacências, parafraseando “Casablanca”, por mais que estivermos afastados pelo tempo e pela distância, não se preocupem... sempre haverá Fundão!!!!

 

*Werther-Pan foi alojado da UFRJ.

 

P.S 1: Aproveito o ensejo para desejar a todos os meus amigos, sejam eles daqui ou de Chuvópolis um Feliz Dia do Amigo. Sei que amigo é aquele que te fode, mas a gente gosta assim mesmo, né! Fazer o que?

 

P.S.2: Em especial, um grande abraço para meu grande amigo Beto! Tô te devendo uma visita.



 Escrito por Werther-Pan às 20h28
[] [envie esta mensagem]



Stone Place está em festa!!!

Tudo porque minha querida e muito amada Tia Marilza veio passar a semana conosco aqui na Cidade Maravilhosa. No momento, penso em realizar dois desejos dela: conhecer o Mosteiro de São Bento e comer esfiha no Habib´s. Também penso em levá-la à peça "Clara", pois tenho certeza de que ela gostará.

Quem quiser aparecer para lhe dar um beijo, será bem-vindo. Ou quem tiver outras sugestões para distraí-la por aqui no Rio, por favor, contamos com seu auxílio (só não vale sugerir um passeio ao Túnel Zuzu Angel em hora de tiroteio, que ela não merece...).

Enfim, tia, amo-te e espero lhe proporcionar uma ótima semana. Bjs!!!! 



 Escrito por Werther-Pan às 01h03
[] [envie esta mensagem]



Meninas Superpoderosas, sim!!!!

Antes de tudo, gostaria de lembrar que, quando lamentei a derrota das meninas do vôlei nas últimas Olimpíadas, fui criticado por uma série de comentários que falavam que elas não têm o mesmo valor dos rapazes, que sempre amarelam, etc...

Pois, venho dizer-lhes que elas, a exemplo do time masculino de volei, foram PENTA, eu disse PENTA, CINCO VEZES campeãs do Grand Prix de Volei, além disso informo que neste ano, elas já venceram o Torneio Internacional de Montreaux e são as atuais campeãs dos Jogos Pan-Americanos. Elas só não conquistaram o ouro olímpico ainda, mas possuem dois bronzes no currúculo.

Por isso, venho fazer justiça a essas meninas tão guerreiras, lutadoras e belas, que só nos dão motivo de orgulho, numa época em que o Brasil anda tão envergonhado no campo da política.

E peralá, como assim as meninas não têm valor? Mirem-se no exemplo de várias gerações de musas! Vide Isabel, Vera Mossa, Márcia Fu, Fernanda Venturini, Ana Moser, Virna, Leila, Ana Paula, só pra citar algumas que venceram pelo mundo afora desde os anos 80 que construíram a base para que, hoje, pudessem desembocar em Valeskinha, Paula Pequeno, Sassá e cia... Meninas, vocês SEMPRE foram ótimas. Parabéns!!! O Brasil se orgulha de vocês!!!

P.S: Capricorniano espera, mas acaba vencendo!



 Escrito por Werther-Pan às 00h42
[] [envie esta mensagem]



Ah, como estamos teatrais!!!!

Amanhã voltaremos com mais novidades dos palcos cariocas. Aguardem!!!

 Escrito por Werther-Pan às 23h53
[] [envie esta mensagem]



"O Globo" se rende aos suburbanos!!!

Gente, não foi a temível Barbara Gordon, digo, Heliodora, mas Jeferson Lessa, outro respeitável crítico do principal periódico carioca quem foi assistir a"Os Suburbanos" e adorou. Leiam sua crítica, publicada na edição de hoje. Parabéns, Thalita, Isabelle e Rodrigo!!! Desejamos cada vez mais sucesso pra vocês!!!

 Uma observação arguta do subúrbio

Jefferson Lessa

O que você pensaria de uma peça que tem como título “Os suburbanos”? Uma peça em esquetes, ainda por cima? Talvez, só de ouvir falar, a palavra “preconceito” fosse uma das primeiras a vir à mente. A expressão “Zorra total” também não estaria descartada de todo. Calma, somos apenas humanos e temos o direito de pensar essas coisas. Só não temos o direito de manter esses pensamentos na cabeça depois de assistir à peça em questão, atualmente em cartaz no Teatro do Leblon. Pois é preciso dizer que “Os suburbanos” é uma pequena pérola da comédia.

Também é preciso dizer que “Os suburbanos” não conta com patrocínio ou nomes famosos no elenco. Depois de estrear no Teatro Maria Clara Machado, no Planetário, a peça chegou a duras penas ao Teatro do Leblon, com base apenas no boca-a-boca gerado pelo talento de seus integrantes. O texto de Rodrigo Sant’Anna, que além de escrever e dirigir atua ao lado de Thalita Carauta e Isabelle Marques, é preciso como poucos. O que poderia descambar para um humor grosseiro e preconceituoso, velhusco mesmo, resulta humano e profundamente carioca na maneira de rir carinhosamente de si mesmo. Sem recorrer a exageros, apresenta um painel acuradíssimo de tipos que conhecemos en passant mas achamos que conhecemos bem.

Grupo de pagode apresenta-se ao vivo

Como só acontece neste tipo de espetáculo, alguns quadros são mais legais que outros. O esquete de abertura, no qual o rapaz casado se engraça para a gostosona loura pelas costas de sua mulher durante um baile, é sublime. Os três atores acertam nas vozes, nos trejeitos, nas expressões corporais. As duas moças do elenco mostram sua versatilidade no esquete da praia, que brinca com a falta de jeito de quem vê o oceano apenas de vez em quando numa cidade que considera a praia o centro do universo.

O quadro passado no trem lotado, porém, me parece o mais exemplar de todos, pois consegue, em poucos minutos e com uma economia teatral impressionante, desenhar um verdadeiro painel dos “tipos” e das “coisas” suburbanas. O black-out no hospital, quando todos (TODOS!) os personagens estão presentes (pois só se lhes ouvem as vozes), não pode deixar de entrar na lista de saudações: é uma aula de criatividade.

Menos acertado (ou mais incômodo?) é o esquete em que um porteiro se encontra no banheiro com, digamos, crise intestinal gerada por nervosismo. Talvez seja o mais dispensável, apesar do talento do ator-diretor-autor neste esquete solo. E talvez seja assim por não mostrar o personagem interagindo com outros, vivenciando a dor e a delícia de ser suburbano como na maioria dos esquetes.

Vale ressaltar ainda a preciosa contribuição do grupo de pagode que se apresenta ao vivo, sublinhando emoções com sua música. O uso do grupo jamais soa forçado, na linha “vou ajudar uns camaradas meus a descolar uma graninha”: suas intervenções são sempre no momento certo, com a canção adequada. Por mais chatas que sejam as músicas, elas estão perfeitamente enquadradas no contexto que se quer retratar. Palmas para eles.

Roupas e cenários têm solução criativa

Muita gente boa que reclama de falta de patrocínio e apoios que tais deveria dar uma espiada em “Os suburbanos”. Evidentemente, o tema não exige grandes gastos em figurinos, por exemplo. Mas as soluções criativas para as roupas e os cenários, gerados a partir da frente de uma Kombi e de pouquíssimos elementos, deveria sugerir que basta ter vontade para realizar.

Mais uma coisa: em momento algum o texto e as atuações soam preconceituosos, gratuitos, na linha do deboche gratuito. “Os suburbanos” é resultado apenas de uma observação muito arguta de quem entende de seu assunto. Apenas isso, simples assim.



 Escrito por Werther-Pan às 23h53
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]