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Mudança

Por questões técnicas estamos nos mudando para um novo endereço sob antiga direção, mas com criatividade renovada.

http://akelesdois.zip.net

Esperamos a visita de todos vocês por lá.

Bjs...



 Escrito por Cacá às 02h58
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Relicário

 

 

 

 

 

            Ao escutar a  música  Relicário, de Nando Reis, cantada por Cássia Eller, de cara gostei. Foi assim como uma paixão a primeira vista, que você não sabe porque, mas gosta e pronto.  Hoje, quase seis anos depois, acabei de ler o livro da vida e obra de Cássia. Pude saber mais da artista e aprender que nem sempre encontramos o que queremos saber onde procuramos. De uma leitura despretensiosa a uma leitura interessante e cheia de novidades, fluí como quem não quer nada, querendo tudo saber. 

 

            Através da leitura, lembrei de alguns momentos vividos onde a música dela me marcou e os  discos dela, em especial o que tem a música Relicário. Música, minha eterna paixão, me permite lembrar de muitos acontecimentos, que de outra maneira estariam esquecidos.  A leitura do livro me remeteu a pensamentos que não queria, mas que me que mostrava como crescemos, no dia a dia, sem perceber. Isso é bom e ruim, depende como encaramos nossas verdades.

 

            A notícia da morte da Cássia me chegou em um momento de completo “relex”.  Estava dentro da piscina da casa de férias, nas Região dos Lagos quando meu sobrinho me gritou a notícia. Não acreditei, mas devido a insistência dele me dei conta da tragédia.   Era final do ano de 2001 e lembro que me revoltei pensando porque não morriam outros artistas ruins como Vanessa Camargo, Sandy, etc,  e que por qualquer motivo continuavam ali, a propagar seus horríveis trabalhos.  Não, Cássia Eller, não!!  Hoje, quase quatro anos depois estou em contato com ela, mesmo que através do livro, sabendo muito da vida dessa mulher.  Viveu uma curta vida, mas intensa.  Drogada muitas vezes, irreverente, amiga, amante, louca, talentosa, despreparada para vida, Cássia nos legou uma obra que será sempre lembrada.  Ela exaltou o amor, ao seu jeito, a maternidade e a amizade. Nos brindou com a modernidade de seu filho Ter ficado com a sua mulher após a sua morte. Sua eterna mulher, companheira e amor.

 

            Esse é o meu tributo, tardio pode até ser, mas com toda a intensidade de quem gosta.  Podem acreditar que estarei em contato com Cássia através dos seus discos e DVDs por muito, muito tempo. 



 Escrito por Cacá às 01h58
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Ciclos

 

“Sinto o abraço do tempo me apertar

E redesenhar minhas escolhas.”

(Abril – Adriana Calcanhotto)

 

            Nestes últimos tempos tenho escrito muito sobre filmes, shows e dicas culturais em geral e me afastado um pouco de minha vida pessoal. Também nunca foi o forte deste blog relatar a comédia da vida privada. Não sei por que, mas com o final do ano se aproximando (e graças a Deus este ano está acabando) senti necessidade de fazer um pré-balanço deste que esteve longe de ser um de meus melhores anos. Conturbado em vários aspectos, já iniciado com um grande baque, o ano foi mais de reflexão e descobertas (algumas não muito agradáveis) do que de ação propriamente dita. Tem também aquele hiato que divide a formação acadêmica e o ingresso efetivo no mercado de trabalho, que ainda não aconteceu.

Teve a expectativa no Mestrado que, em parte foi correspondida, em parte foi frustrada. Mas não quero lamentar nada. Agora é tempo de cumprir um ciclo, deixar pra trás o que não vale a pena e recomeçar com força total, mas agora com mais clareza em minhas escolhas.

            Às vezes, é muito melhor deixarmos uma coisa pra trás do que ficar tentando fazer com que dê certo em vão. O melhor é buscarmos sempre um novo caminho. Pela primeira vez estou fazendo análise e está sendo muito bom. Já que eu não posso mudar o que não me agrada, posso pelo menos entender melhor as coisas.

            Todo esse blá-blá-blá egocêntrico, na verdade, é pra dizer que, mesmo que as coisas não saiam da maneira que a gente quer, no fim tudo vale a pena. Temos ciclos a cumprir. E algo dentro de mim insiste em me dizer que este tenebroso e depressivo hiato está passando e agora é tempo de arrumar a casa e preparar a vinda de um novo ciclo, este sim, de mais bonança e alegrias.



 Escrito por Werther-Pan às 00h20
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"A minha, a sua, a nossa favorita!!!"

          

           Quase um mês depois da partida de nossa querida Emilinha Borba, ainda escrevo um texto que estava sendo preparado em minha mente durante este tempo. Acho que a mídia, imediatista e efêmera, subestimou a morte da grande rainha do rádio. A princípio, foram publicadas pequenas notinhas e breves reportagens sobre o fato de seu falecimento, acreditando-se que isto não teria grande relevância para o Brasil atual, afinal, Emilinha fora uma estrela de outrora e hoje sobrevivia praticamente de vender seus discos em praça pública. Reflexos de um país cruel que não respeita seus velhos. Emilinha na praça e milhões de idosos nas filas dos hospitais do SUS. Triste.

            Mas o que a princípio parecia não ter muita relevância acabou surpreendendo, pois a repercussão da morte de Emilinha veio nos mostrar que estrelas são sempre eternas e por mais que seja um clichê, quem é rainha não perde a majestade. Em lugar de um velório triste, soturno e solitário, o que se viu foi milhares de fãs afileirando-se para dar um último adeus a sua grande ídola. Sim, estive no velório de Emilinha. Naquele dia, fui assistir a um filme no Odeon e depois acabei sendo atraído para aquela grande aglomeração em frente à Câmara Municipal, onde a cantora era velada. Além dos artistas daquela época, milhares de senhorinhas, comovidas, acotovelavam-se e tentavam adentrar o recinto para ver Emilinha pela última vez. Visivelmente comovidas, as senhorinhas, no entanto, ao invés de chorarem, cantavam antigos sucessos e repetiam a todo o momento o lema daquela que sempre levará o título de “A favorita da Marinha”: “A minha, a sua, a nossa favorita”!!!

            Tudo isso me comoveu: desde a ovação do público ao final do velório até a chegada do padre, que ao entrar ouviu de uma fã: “Padre, reza pela alma dela, tá?”. Realmente comovente. A conclusão a que se chega é que já não se fazem fãs como antigamente. Se hoje as tietes cultuam olhos azuis, rostinhos bonitos e bundas bem torneadas em detrimento do talento, as tietes de ontem admiravam realmente o brilho verdadeiro de uma estrela. Sem querer ser saudosista, mas já sendo, não vejo hoje afeto parecido de um fã para com seu ídolo, nem tão verdadeiro. Assim como a Tieta de Jorge Amado, Emilinha recebeu o descaso da mídia, mas não foi abandonada por seu grande público. Quem passou na Cinelândia naquela tarde ensolarada comprovou que a morte de Emilinha merecia ter tido bem mais reconhecimento por parte da mídia do que realmente teve. No mínimo, um “Globo Repórter”, um show em seu tributo e uma página inteira de jornal. Mas não tem problema. Tal comoção fez até com que sua morte ganhasse um pouco mais de espaço com a publicação do Caderno “Rio Show” de uma reportagem sobre o Rio dos tempos de Emilinha. Sinal de que uma chama ainda está acesa e de que quem é grande não morre jamais. Já é hora de valorizarmos, não apenas nossos ídolos, mas nossa própria trajetória.



 Escrito por Werther-Pan às 00h18
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Cora, sempre Cora!

Gente, juro que este blog não pretende se tornar reprodutor da coluna da brilhante Córa Ronai, mas é irresistível não publicar a desta semana também, já que é um complemento do assunto da coluna passada e que, a perspicácia da jornalista a fez tocar no centro do furacão quase em tempo real. Mais uma vez, palmas para Cora, uma das poucas formadoras de opinião que estão demonstrando um pouco de bom senso quando ao referendo horrendo do próximo domingo. Abraços a todos e prometo voltar da próxima com um texto de minha autoria.

"Cruzes! O que é que os bichos têm com isso?!

Levei um susto quando abri a janela no domingo: a Lagoa estava um lixo, emporcalhada por algo que, do meu ponto de vista, parecia ser ou uma mortandade de peixes, ou uma suspeita espuma branca, recolhida com uma rede. Desci para ver o que estava acontecendo: num primeiro momento, respirei aliviada. Não era nem mortandade nem espuma tóxica. Eram os restos daquele criativo evento da turma do SIM, que, com as bênçãos da governadora, jogou na Lagoa, como se esta fosse a lata de lixo do Palácio Guanabara, milhares de cruzes de isopor, representando, segundo os organizadores, “os mortos por armas de fogo”.

***
O alívio durou pouco. O isopor estava se desfazendo, e a água, coitada, já de si bastante poluída, estava coalhada de pedaços de isopor, risco certo para os peixes, biguás, frangos d’água e tantos outros habitantes da área que nada têm a ver com a demagogia que cerca este referendo, e que agora pagarão com suas vidinhas verdadeiramente inocentes pela opção da governadora. Em vez de orar pelos mortos, ela faria melhor chamando às falas o senhor seu marido, que, como ex-governador e ex secretário de Segurança, nada fez para mudar o tenebroso quadro da violência no estado; também não lhe faria mal se, como governadora que é, ela se recolhesse ao palácio para meditar a respeito da quantidade de vidas, humanas e animais, que já se perderam devido à inércia do governo.
***
Na verdade, como moradora desta cidade, sinto-me pessoalmente ofendida cada vez que qualquer autoridade responsável pela “nossa segurança” vem a público deitar falação como se isso — a nossa segurança — existisse. Será que acham que somos todos idiotas?! Acham que ignoramos que circulam, às nossas custas, em carros blindados, e cercados de seguranças?! Acham que não vemos o que acontece à nossa volta, que engolimos as suas mentiras, que não nos damos conta da sua covardia?! Acham que não nos ressentimos de não podermos usar a nossa cidade, de não podermos ter uma bicicleta melhorzinha, de usar a corrente com o santinho ou um relógio mais bonito? Acham que gostamos de andar com os vidros dos automóveis permanentemente fechados, ou de ver todos os bares e restaurantes fechados, e de ter que voltar para casa quando os argentinos (logo eles!) mal começam a se preparar para sair para a noite esplendorosa de Buenos Aires?!
***
Pois domingo, voltando ao começo desta crônica, a governadora, como se governadora fosse de fato, e não tivesse nada a ver com a Beirute que se forma em cada esquina, com a Bagdá em que se transformaram as linhas Vermelha e Amarela, lá se foi, toda de branco, compactuar com a poluição da Lagoa — cuja despoluição, por sinal, deve à população desde que assumiu.

Aparentemente achou lindo o horrendo monte de isopor, pegou um barco e, no meio das águas, abriu caixas onde, desde cedo, estavam fechadas pombas brancas, que por pouco não morreram de calor e falta de ar. Estavam tão enfraquecidas, coitadas, que caíram direto na água. Só não se afogaram graças ao socorro recebido de populares em barcos e pedalinhos. Algumas estavam com asas partidas; outras foram encontradas, de madrugada, conforme noticiou a coluna Gente Boa, abandonadas dentro de uma das caixas, com as asas cortadas.

Pelo menos duas leis foram infringidas pela governadora e pela sua “turma do bem” no famigerado manifesto: o Decreto-Lei 24.645, que define maus-tratos contra animais, e que, entre outras coisas, diz, explicitamente, que é crime “abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo o que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive assistência veterinária”; e a Lei Federal 9.605, de Crimes Ambientais, que condena “provocar, pela emissão de efluentes ou carregamento de materiais, o perecimento de espécimes da fauna aquática existentes em rios, lagos, açudes, lagoas, baías ou águas jurisdicionais brasileiras”.

Isso para não falar da lei estadual que proíbe a apresentação de animais em circos ou espetáculos no Rio de Janeiro, sancionada pela própria governadora há quatro meses que, ainda que não diga nada a respeito da tortura de pombos com fins eleitoreiros, há de ter alguma cláusula que, interpretada por um bom advogado, condene esta barbaridade.
***
Ser a favor da vida é um pouco mais complicado do que botar uma camiseta branca e votar SIM. Ser a favor da vida é compreender que todos fazemos parte de um único mundo, neste momento mais ameaçado do que nunca. Permitir que uma área já tão fragilizada como a Lagoa seja alvo de uma agressão gratuita, e assistir impassível à agonia de dezenas de aves, é não ter a menor idéia do que seja a vida no seu sentido mais amplo. Na terça, as águas ainda estavam cheias de isopor, que era comido por biguás e frangos d’água, como este que fotografei, e que podem vir a morrer disso. Nada a estranhar.

Tudo o que esses governadores fazem é vulgar, sinistro, malfadado."

(Cora Rónai - publicado no "O Globo" de 20/10/2005)



 Escrito por Werther-Pan às 01h50
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Gente, voltei!!!

Peço aos leitores que tenham uma certa capacidade da abstração em relação aos post de hoje e da semana toda, pois foram concebidos durante o periodo em que estávamos desconectados, mas que valem a pena serem publicados. façam de conta que são super atuais, tá? Boa leitura e obrigado pelas maniferstações de apoio!!!

Desde já e um dia depois parabenizo a mim mesmo e a todos os professores pelo dia de ontem. Um beijo a todos os conhecidos, minhas primas, Deise e Denise, Fillipa de Além Méier, Barbara Gordon, Carina a Grande (ou média?) e Renata Camburão. Força, a luta continua!



 Escrito por Werther-Pan às 23h20
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Antes tarde do que nunca...

Festival de Cinema – parte 1

Carmem e Bethânia: Rainhas do Brasil. 

 

            Pois é, minha gente. Mais um Festival de Cinema do Rio chega ao fim. Por razões aleatórias, não consegui bater o recorde de filmes vistos no ano passado, que foram 23, mas também fiquei longe da marca obtida em meu primeiro festival, que foram 9 filmes.

            Desta vez, emplaquei 20 produções assistidas, sendo que mon affair assistiu a um a mais do que eu. Vamos a um pequeno comentário sobre cada um deles, pois muitos entrarão em circuito em breve ou até já estão. Eis os comentários:

 

-         FÉ DESVIADA: Entramos no festival com o pé esquerdo. Um documentário chatíssimo que já esgotou seu tema nos primeiros 15 minutos e seria perfeito se fosse um curta. Mas não: tivemos de aturar mais de uma hora de lenga-lenga que só chovia no molhado, ou seja, todos sabem que pedofilia na Igreja é um fato, a própria Igreja sempre foi filho da puta e que americanos são babacas sensacionalistas que fazem show até de sua própria desgraça. Dispensável e aborrecido. Nota 3,5.

 

-         VINÍCIUS: Belísimo documentário que abriu o festival. Linda homenagem ao nosso grande poetinha, com depoimentos pra lá de especiais como o de Caetano, Bethânia, Chico, Toquinho e muitos outros, mas Tonia Carreiro é quem dá o show. Os números musicais são excelentes, com destaque para Olívia Byington em Modinha. Camila Morgado, ao lado de Ricardo Blat, é responsável por excelentes interpretações de alguns de seus poemas. Longe de ser melancólico, valoriza Vinicius de Moraes como grande boêmio, alegre, sedutor e intenso. Nota 9,5.

 

-         A MÁQUINA:  Mais do que uma crítica contundente aos meios de comunicação em massa, o filme se traduz em singeleza e emoção. Produção super bem cuidada, ótimo elenco, a competência do protagonista Gustavo Falcão, a beleza intensa de Mariana Ximenes e o talento comovente de Paulo Autran já valeriam o ingresso. Daqueles filmes bonitinhos que fazem você sair do cinema acreditando que a vida é bela. Nota 9

 

-         SIMON: É um desses enganos de sinopse, que dizem uma coisa e quando você vai ver o filme é outra coisa totalmente diferente. O que parecia ser um romântico e alegre filme gay (que redundante!) na verdade era uma melancólica trama sobre câncer e desesperança. Não é de todo ruim, mas frustrou pela propaganda enganosa. Nota 5,5.

 

      -     ENTRE A LOURA E A MORENA: Já é maravilhoso só pelo fato da oportunidade de vermos Carmem Miranda no Odeon. Por que será que   as bibas  gostam tanto dela, né, tão discretinha...(rs!). O musical, alegre, colorido e despretencioso tem em Carmem sua grande razão de ser. Nossa pequena notável não é nem a protagonista, mas rouba todas as cenas. É claro! Delicioso! Nota 9,5.

 Escrito por Werther-Pan às 23h15
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Festival de Cinema - parte 2: Abelha rainha!

-         ACHADOS E PERDIDOS: Bom policial, que mostra a versatilidade de nosso cinema. Fagundes, com a competência habitual vive o atormantado policial que investiga o crime que matou sua amada, uma prostituta em fim de carreira, vivida pela excelente Zezé Polessa (em plena forma, em cenas de nudez esbanjando beleza e sensualidade). Ousada e corajosa, Zezé protagoniza uma cena pra lá de provocante com a ninfeta Juliana Knust. Isso já vale o filme, que peca apenas pela previsibilidade. Nota 8,5.

 

-         SAINDO DO CHUVEIRO: Uma espécie de ‘sessão da tarde’ gay made in Taiwan. Bonitinho, engraçadinho. E só. Nota 6,5.

 

-         CARREIRAS: O novo filme de Domingos de Oliveira é praticamente um monólogo teatral, onde s protagonista, vivida por sua mulher Priscila Rozembaum, tem a chance de mostrar todo o seu talento, pois ela, e só ela, consegue prender a atenção da platéia na pele da jornalista que entra em desespero ao perder espaço na emissora em que trabalha por causa da idade. Genial. Tragicômico, pendendo mais para o cômico. Nota 9.

 

-         MARIA BETHÂNIA: MÚSICA É PERFUME: Quanto à protagonista, dispensa comentários, pra mim já seria hors-concours. Mas falando do filme propriamente dito, é realmente comovente, arrebatador e sincero. Na contramão de qualquer documentário, não traça uma linha cronológica, tampouco narra a carreira de Bethânia. Ao contrario, seu foco é o Brasil, com toda sua beleza, suas mazelas, contado e cantado por Bethânia, que, com a sensilibidade e paixão de sempre, revela seu olhar apaixonado, de quem realmente ama sua pátria e através de sua musica consegue traduzir perfeitamente este sentimento. Sem falar que Dona Cano é uma fofa. E o diretor estava presente na platéia, bem como vários vips. Só mesmo a rainha não deu as caras. Foi de longe a sessão mais aplaudida. A platéia so conteve os aplausos mais de 5 minutos depois do final do filme. Nota 10,0.

 

-         AMOR E FELICIDADE: Ótima oportunidade para quem quer exercitar o inglês,  que era a língua da legenda. Também bom para quem quis conhecer um pouco do cinema sueco. E bom filme também. Nota 7,5.

 

-         DE TIM BURTON: A NOIVA CADÁVER: Bela animação que contem a inconfindivel grife do diretor. Fábula romântica e sombria. O aspecto mais interessante é percebermos que, na visão de Tim Burton, o mundo dos mortos e super colorido, enquanto que o nosso é insosso e sem vida. Fora o final um pouco decepcionante, genial. Nota 8,5.



 Escrito por Werther-Pan às 23h13
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Festival de cinema - parte 3

 Maura , Paredes e Forqué: Rainhas da Espanha.  

            Se nessa primeira semana, o grande destaque ficou por conta de duas rainhas dos trópicos, Carmem Miranda e Maria Bethânia, a segunda semana do Festival teve como grande atração as rainhas do cinema espanhol no filme ‘Rainhas’, com direito a presença de uma delas, Marisa Paredes, para o delírio da platéia predominantemente gay presente no cinema. E olha que o filme fazia parte do Foco Espanha, hein! 

 

-         RAINHAS:  Junte três casais gays bonitos e fabulosos. Uma trama pra lá de envolvente e engraçada em que a grande atração são as atrizes que fazem as mães desses belos jovens, que irão se casar todos no mesmo dia. Uma ótima comedia de costumes com divas de Almodóvar dando um show. Resultado: delírio da platéia. O filme já entrou em cartaz, não percam! Um luxo! Nota 10,0.  

-         CRIME DELICADO: O novo filme de Beto Brand, pra lá de conceitual, deixou a platéia sem entender muita coisa. Ainda estou pensando sobre o assunto. Bom mesmo foi ter assistido o filme ao lado de Eliane Giardini. Nota 7. 

-         PETER BERLIN: QUE HOMEM!: Documentário chato sobre uma celebridade mais chata ainda, um ex ator de filmes pornôs gays que vive até hoje aprisionado nos anos 70 e melancólico com o advento da idade e da perda da beleza. Vaziiiiio!!! Nota 4,5. 

-          TESTOSTERONA: Sonia Braga pagando mico em mais um papel secundário de uma produção modesta. Neste, ela vive a mãe Argentina de um gay que se refugia em Buenos Aires para livrar-se do namorado americano, que vai atrás dele e tenta desvendar o mistério ate o fim. Fora as seqüências de sexo, que são muito boas e o final surpreendente, o filme não é lá grande coisa. Nota 7. 

-         JOHANNA: Até agora nossos tímpanos estão sofrendo com os agudos da protagonista, uma ex-viciada em drogas que se torna enfermeira e cura os pacientes através de relações sexuais. Uma espécie de Joana d`Arc pós-moderna, que destrói nossa paciência, pois o filme húngaro é todo, eu disse todo cantado. A proposta é interessante, mas haja paciência. Nota 3.  



 Escrito por Werther-Pan às 23h08
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Festival de Cinema – parte 4 - Rainha POP

-         GEORGE MICHAEL: UMA OUTRA VERSÃO: Documentário que dá conta da vida e obra de um dos maiores ícones da musica pop, que subiu muito em nosso conceito após assumir sua homossexualidade e debochar de sua polêmica prisão. O filme também fala do romance do cantor com o petropolitano Anselmo. Sem contar que suas músicas muito legais pontuam todo o filme, que só poderia ser um pouquinho menor. Nota 8. 

-         TAPETE VERMELHO: Não via nada tão bom no gênero desde ‘A Marvada carne’. Ignore os dois filhos de Francisco, pois este, sim, é uma aula de brasilidade. Comovente, com Matheus Naghtergaele, explodindo em talento, na pela de um caipira que sonha em levar o filho ao cinema para ver um filme de Mazzaroppi. Vai do riso ao drama com uma naturalidade assustadora. Gorete Milagres abandona a caricatura e, dentro do tipo caipira, tem uma ótima atuação e prova que é uma atriz de verdade.Uma declaração de amor ao cinema e a nosso país. Nota 10,0. 

-         ÁRIDO MOVIE: Tendo como proposta inicial a tese de que, há pouca água e muita conversa no nordeste do Brasil, o filme parte para reflexões mais profundas de cunho filosófico e existencialista, com uma ironia fina e um humor cruel, com destaque para o ótimo Selton Mello, que mesmo coadjuvante, rouba a cena do filme. Nota 8. 

-         O JARDINEIRO FIEL: Aguardadíssimo, o filme internacional do brasileiro Fernando Meirelles já está em cartaz e é atração imperdível. Uma critica contundente e um retrato do continente africano, com todas as suas belezas e misérias, com fotografia de tirar o fôlego e um ótimo protagonista, vivido por Ralph Fiennes, o filme tem como ponto alto a presença magnética e luminosa da bela e talentosa Rachel Weiss, que desbancou varias estrelas e conseguiu o papel da valente e corajosa Tessa. A atriz esbanja forca e emoção e arrebata o filme. Nota 9,5. 

 

Bem, é isso, pessoal. Infelizmente, não consegui ver todos os filmes que queria. Espero ter oportunidade de ver algum dia “Café da manhã em Plutão”, “Tempo de Recomeçar”, “Cidade Baixa” e “Vestido de noiva”, mas valeu muito pela aventura de correr de lá pra cá diariamente e conferir ótimas produções, algumas ainda por vir. Até o ano que vem!



 Escrito por Werther-Pan às 23h07
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Boa noticia


Nosso micro ja esta em franca recuperacao e logo, logo estaremos 100% OK. Por enquanto ainda faltam alguns acertos e instalacao de alguns drives. Uma das sequelas atuais e nao termos acentuacao. Bobagem para quem chegou a beira da morte e e facilmente reparavel com a aplicacao do programa correto. Logo mais, iremos publicar alguns textos que estao na fila de espera. Ate.

 Escrito por Cacá às 03h54
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Sim, caros amigos, continuo fora da net.  Ando mais desconectado do que o cabelo de Tammy. Tenho tantas coisas a contar, mas só conseguirei fazê-lo quendo Melissa nos deixar em paz. Por hora, publico o excelente texto da Cora Rónai em sua última coluna. O texto, que fala sobre o fatídico referendo é uma obra de arte e deveria ser emoldurado. Que bom que ainda podemos contar em nosso país com pessoas sensatas como ela. Viva Cora! Eis o texto:

"Às armas, cidadãos!

No distante ano de 1980, empacotei meia dúzia de objetos essenciais — a máquina de escrever, uns dicionários e alguns quadros, uns LPs e umas roupas—- pus tudo a bordo de um minúsculo Fiat 147 e peguei a estrada. Eu estava partindo para uma nova etapa da minha vida, deixando Brasília e voltando, finalmente!, para o meu Rio de Janeiro. Estava sozinha, e minha intenção era fazer a viagem de uma assentada só. Corajosa a mocinha, só agora percebo. Eu tinha 27 anos, 1,54m (não cresci muito, desde então) e 50 quilos (cresci, sim); mas também tinha uma Walther PPK 7,65mm, que muito me tranqüilizou nos 1.148 quilômetros da estrada esburacada e praticamente deserta. PPK esta que, discreta mas visivelmente enfiada na cintura da calça, desestimulou alguns engraçadinhos nos postos de gasolina em que parei ao longo do caminho.

A Walther, uma pistola linda e admiravelmente segura, sempre foi minha arma favorita, embora eu tivesse convivido também com um pequeno Smith & Wesson 22, de cano curto, e vários rifles de diferentes marcas e calibres. Meu avô, antigo oficial do exército austro-húngaro, adorava armas, e me ensinou, desde cedo, a respeitá-las e a usá-las corretamente. Entre as melhores recordações que tenho da infância estão as tardes de tiro ao alvo com o Nonno. Aprendi a montar e desmontar todas as armas que tínhamos e, modéstia à parte, a atirar muito bem. Isso não fez de mim uma criatura perigosa ou beligerante, apenas me tornou uma pessoa mais segura, até por me dar a compreensão — e a medida real — de uma parte integrante do nosso mundo.

Minha viagem de Brasília ao Rio durou cerca de vinte horas, e devo àquela velha e elegante Walther a tranqüilidade de ter feito o trajeto sem medo algum — exceto, é claro, aqueles provocados pelas nossas indescritíveis estradas e pelos automóveis, combinação que faz, anualmente, muito mais vítimas do que todas as armas legais e ilegais do país.


***

O sítio idílico, onde as armas eram apenas uma diversão como outra qualquer, desapareceu. A casa continua lá, bonita como sempre foi; o jardim adquiriu aquela qualidade que só o tempo e o carinho dão às plantas. Mas a área em torno, antes praticamente deserta, com uma casa aqui, outra acolá, degradou-se irremediavelmente. Hoje a bandidagem corre solta em Nova Friburgo, como no resto do país (me contenho para não escrever “a partir do Planalto”). Há uns poucos anos, depois do nono (!) assalto à casa, Mamãe foi, como sempre em vão, à polícia. Desta vez, tinha algo novo: uma pista. Uma bala se alojara na lombada de um dos livros (ainda está lá, dormindo no Dostoievski) , de onde poderia ser facilmente removida e periciada.

— Perícia em bala?! — espantou-se o delegado. — Só existe em filme americano, vovó. A senhora está vendo televisão demais. Compra uns cachorros e solta no quintal .

Mamãe seguiu o conselho da polícia. Hoje tem dois tigres, disfarçados de pastores alemães, que a amam de paixão e jamais deixarão que nada de mal lhe aconteça. Mas, pelo sim, pelo não, tem também uma arma que, nas mãos do caseiro, já evitou pelo menos meia dúzia de novas invasões, com tiros para o alto. Ninguém morreu ou se feriu, mas os bandidos acharam melhor trabalhar em outra freguesia.

***

São só duas historinhas pessoais. Contei por contar. Não é por causa delas (ou só por causa delas) que vou votar NÃO no referendo sobre o “desarmamento”. Por sinal, escrevo “desarmamento” assim, entre aspas, porque acho absoluta má-fé o uso desta palavra: quem dera que o governo, ou quem quer que fosse, pudesse, de fato, desarmar todos.

O problema é que não é o arsenal pesado dos traficantes que está em discussão, e sim o direito dos cidadãos de bem de comprar armas para sua própria defesa ocasional. Digo cidadãos de bem com conhecimento de causa, porque só gente muito temente a Deus e à ordem é que ainda se dá ao trabalho de enfrentar a burocracia e reunir toda a papelada exigida atualmente para a compra de uma arma.

Pelo que se vê na propaganda, até parece que é só chegar na venda da esquina e pedir um trezoitão na promoção, parcelado em dez vezes no cartão. Pois não é não, acreditem. Aliás, não acreditem; vão lá e confiram. Tentem comprar uma arma legalmente, enquanto ainda podem. É tão difícil, que só pondo despachante, ou lobista, na parada.

Entre outros motivos, vou votar NÃO porque, se o SIM for aprovado, mais uma parcela da população fatalmente será empurrada para a ilegalidade. Já estou vendo Mamãe, com sua cabeça branquinha, subindo o morro para conseguir munição — naturalmente a preços inflacionados — lá para o sítio. Comprado numa localidade pacífica e remota que os tempos transformaram em perímetro urbano. Urbano e perigoso.

Como ela, este será o destino de alguns milhões de brasileiros de bem que, não recebendo do Estado a segurança a que teriam direito, foram forçados a ter armas em casa. Aliás, o Estado brasileiro é especialista em fazer do cidadão honesto um criminoso. Impostos extorsivos, leis de trânsito feitas sob medida para o achaque, taxas de importação inviáveis que nos atiram nos braços dos contrabandistas — tudo é estímulo pra desviar o cidadão do caminho do bem, que ninguém do governo sabe mais onde é.

Aprovado este SIM, estará automaticamente incentivada a compra ilegal de armas para ficarmos em pé de igualdade com parlamentares, juristas e artistas famosos que, cercados de segurança 24 horas por dia, aliviam a sua culpa social e moral dizendo SIM à cassação dos nossos direitos ."

(Publicado no "O Globo" desta quinta-feira, 13/10/2005)


 Escrito por Werther-Pan às 17h00
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(tanta coisa que eu tinha a dizer...)

EU ODEIO MELISSA!!!!!

 Escrito por Werther-Pan às 13h40
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Feliz aniversário, Juju Mader!!!

Gente, nosso computador morreu! Ou pelo menos, agoniza na UTI. Estamos lutando para que ela não vá fazer companhia à Emilinha, mas não poderia deixar esta data passar em branco e escrevo direto de um cyber café para desejar à nossa querida Juju Mader, muitas felicidades e que sempre possamos comemorar esta data lado a lado. Juju, querida, nós te amamos, mas como neste lugar onde estou tempo é dinheiro, tenho que sair correndo. Beijos, fui!!!

P.S: Aos demais leitores, voltaremos ao ar assim que nosso computador voltar à vida!



 Escrito por Werther-Pan às 17h09
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Ah, que pena!!!!

Gente, que pena! Uma grande estrela se foi. Pra um país que não tem memória e não valoriza seus ídolos pode não parecer nada! Talvez as novas gerações não tenham a real noção da tamanha importância dessa cantora em nossa música.
Sinceramente, rendo uma singela homenagem à nossa grande e eterna rainha Emilinha Borba, a favorita da Marinha...



"A cantora carioca Emília Savana de Souza Costa, conhecida como Emilinha Borba, 82, uma das rainhas do rádio, morreu nesta segunda-feira em seu apartamento, em Copacabana, zona sul do Rio. Segundo um amigo da família, ela sofreu um infarto.

O estado de saúda da artista era frágil. Em junho, ela esteve internada após cair de uma escada e sofrer traumatismo craniano e hemorragia intra-cerebral. Em fevereiro de 2004, chegou a ser hospitalizada após cair da cama e fraturar o braço direito.

Ela ficou famosa nos anos 50, quando foi eleita a "Rainha do Rádio" em 1953 e participou de dezenas de filmes da Atlântida (estúdio carioca que produzia chanchadas entre 1941-1983).

Segundo o site da cantora, até 1995, ela era a personalidade brasileira que mais tinha sido capa de revistas (350 vezes) no país.

Nascida na Mangueira, Emilinha sempre teve uma ligação estreita com a escola de samba do bairro. Ainda criança, começou a se apresentar em programas de calouros no rádio. Ao 14 anos, na Rádio Cruzeiro do Sul, ganhou seu primeiro prêmio. Pouco tempo depois formou sua primeira dupla, As Moreninhas, com Bidu Reis.

Seu primeiro disco foi gravado em 1939, pouco antes de ser contratada para cantar no Cassino da Urca, com o apadrinhamento de Carmem Miranda. Depois, passou temporada no Cassino Atlântico. Seu emprego mais duradouro (foram 27 anos ininterruptos), porém, foi na Rádio Nacional.

Naquela época, Emilinha imortalizou a marcha carnavalesca "Chiquita Bacana" (1949), de João de Barro e Alberto Ribeiro. Entre seus maiores sucessos também estão "Se Queres Saber", "Escandalosa", "Cachito", "Dez Anos", "Baião de Dois" e "Paraíba". De 1939 a 1964, gravou em 78 rotações cerca de 117 discos com 216 músicas.

A cantora foi uma das mais famosas estrelas do rádio, mas não se limitou a ele, participando também de diversos filmes entre 1939 e 1967, como "Banana-da-Terra" (1939), "Não Adianta Chorar" (1945), "É Fogo na Roupa" (1952) e "Cala a boca, Etelvina" (1960).

No fim da década de 60, problemas nas cordas vocais levaram Emilinha à mesa de cirurgia três vezes. Mesmo no período em que ficou afastada dos microfones, seu enorme fã-clube se manteve fiel --e nunca deixou de rivalizar com os fãs de Marlene, com quem Emilinha disputava o título de Rainha do Rádio. Apesar disso, as duas foram parceiras em diversas canções." (do site "O Planeta TV")

Uma lágrima e um viva para Emilinha Borba!

Descanse em paz...

 Escrito por Werther-Pan às 01h00
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